Por Carlos Giordano Jr.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Análise de Cenário - Combustíveis no Brasil 2013

Por Carlos Giordano Júnior

O lixo tóxico da crise financeira mundial atingiu o Brasil de forma mais tranquila do que em outros blocos econômicos, com um viés de fortalecimento da economia diante das medidas de estímulo adotadas pelo governo federal, que concentraram ações em setores mais relevantes para a retomada da atividade econômica no curto prazo. A inflação a princípio sob controle nos segmentos mais sensíveis à renda e certa segurança na concessão de crédito também aliviaram as válvulas de pressão sobre o nível de compra da população, fazendo decolar os indicadores do varejo brasileiro.

O varejo no Brasil está se reposicionando com profundas transformações nesses tempos de mudanças, posicionando-se nos mesmos patamares globais, renovando conceitos e estratégias, tornando-se cada vez mais competitivo e profissionalizado. O uso de novas tecnologias, a integração de conceitos mais evoluídos de operacionalidade e a necessária qualificação dos profissionais atuantes provocam mudanças estruturais interessantes e um melhor posicionamento estratégico.

Essas transformações otimizam o faturamento do varejo brasileiro, tornando exigível um melhor entendimento sobre as expectativas futuras dos diferentes tipos de consumidores que se moldam aos anseios globais, utilizando-se do grande acesso às informações em ambientes cada vez mais digitais.

Não estamos atrasados em nada, observando uma tendência mundial de desenvolvimento mercantil advindos do universo online. A forma primitiva de se fazer comércio, aos poucos estará sendo substituída ou pelo menos dividindo território com outros tipos alternativos como entendem as empresas brasileiras focadas no grande potencial da internet.

Por conta disso, estaremos todos antenados nas possibilidades que esse novo mundo nos mostrará nos próximos meses, considerando suas influências positivas e oportunistas que virão de encontro às nossas expectativas comerciais.

As tendências de crescimento na economia brasileira prenunciam grandes e reais possibilidades de investimentos em infraestrutura, logística, transportes e principalmente em toda cadeia do varejo e prestação de serviços, considerando os comportamentos evolutivos regionais no grande território brasileiro apontando para o Centro Oeste e o Norte do país como polos de grande desenvolvimento.
O varejo de combustíveis no Brasil apresentou grandes transformações nesses últimos 5 anos, tornando-se cada vez mais competitivo. O setor, que já conviveu com altas taxas de inflação, desregulamentações, adaptações estruturais para novos produtos, reposicionamento das grandes distribuidoras, na dança louca das cadeiras, desencadeou uma grande revolução estratégica que obrigatoriamente não estaria arraigada na estrutura de preços e redução de custos, senão pautada no investimento em infraestrutura dos negócios, relocalizações de sites improdutivos, avanço na comercialização de produtos agregados ao negócio, diversificação comercial com projetos de instalações de restaurantes, supermercados, lojas de roupas, farmácias, lavadores, autopeças, oficinas mecânicas com socorro 24 horas e principalmente a nova fase dos pátios fechados nas estradas.

O setor da revenda em consórcio com as estratégias das distribuidoras concentram seus maiores esforços na região Sudeste em função de um consumo superior a duas vezes ao das regiões Nordeste e Sul, mas notam-se grandes transformações nas bases de logística no Centro Oeste, no Norte e Nordeste do País. Tais mudanças conduzem a melhora nos relacionamentos em termos de cadeia de suprimentos, que passam a visar não apenas o âmbito comercial, preços e formas de pagamento, mas também um melhor gerenciamento dos fluxos de produtos. Em função disso, os Postos de Combustíveis que tiverem boa estrutura de transporte, poderão continuar se beneficiando dessa reestrutura da cadeia logística de abastecimento, alavancando melhores preços em bases mais distantes onde a Petrobras S.A estiver indicando as melhores condições.

O aprimoramento da governança corporativa por meio da utilização de áreas de tecnologia fará descansar os empresários mais tradicionais que ainda tentam conduzir seus negócios dentro de um padrão de administração familiar. Atualmente vimos experimentando um crescente aumento na demanda por profissionais experientes no setor de varejo de petróleo, buscando a profissionalização do setor. Esses profissionais, escassos, encontrarão um futuro promissor em suas carreiras em face de tantas transformações pelas quais o setor enfrentará obrigatoriamente.

Concorrência

No segmento de diesel houve uma ampliação da presença de postos independentes. Segundo dados da ANP, os postos bandeira branca responderam por 28% de todo volume de diesel comercializado no país, ante o patamar de 18,3% apurado no ano anterior. O número ainda é bem inferior aos 72% de participação dos postos embandeirados, mas reflete a insatisfação da revenda com algumas imposições comerciais das grandes bandeiras e também a menor disposição das principais redes em investirem nas estradas.

No cenário total são 39.232 (1.084 a mais do que em 2010) Postos Revendedores no Brasil e dentre eles 42,4% são bandeiras brancas, a BR tem 19,9% e a Ipiranga fica em terceiro com 14,2% desse total. Isso demonstra que, as imposições advindas da política comercial das grandes distribuidoras vêm amealhando a margem das revendas e solapando a capacidade comercial dos postos embandeirados que em tendência, se afastam dos contratos, conseguindo assim, com essa liberdade, melhores condições de sustentabilidade.
No nordeste e centro oeste, o índice de bandeiras brancas chega a 50% do total.

A concentração está no Sudeste com 16.141 Postos seguidos pelo Nordeste e Sul com mais de 8.000 postos em cada região. Mas para análise de investimento futuro, o Centro Oeste e o Sul do País detêm menos de 3.000 postos por região, indicando ser este o melhor caminho para projetos sustentáveis onde a concorrência não é ainda tão ofensiva.

Em termos de market share no óleo diesel, para as principais distribuidoras do país, não houve grandes surpresas. A BR, embora não tenha apresentado crescimento na sua fatia de mercado, manteve a liderança isolada, com 39,2% porém em queda face aos 40,6% de participação nas vendas de 2011.
Na região de Montes Claros - MG, identificamos uma maior concentração de novos negócios em função de ser esta indicada a melhor rota para o NE. Existem vários postos a serem inaugurados em 2013, o que poderá indicar uma atividade concorrente prejudicial à margem de lucro do negócio de diesel. Grandes redes de postos de rodovia ainda são as que mais se beneficiam da escala e principalmente da fidelização de clientes em função de oferecerem melhores preços com prazos dilatados ao longo de suas rotas.

O frete continua sendo o problema na logística dos combustíveis, por conta dos Postos Revendedores irem buscar o diesel sempre onde as bases oferecem melhores condições, não se importando, na maioria das vezes, com a conta do custo do frete. Isso é sazonal, mas prejudica aqueles que não possuem frete próprio.

A prática de descontos e bônus para os motoristas irá continuar, em função da extinção da carta frete. O motorista irá buscar o melhor preço com o melhor brinde, deixando para fazer sua parada nos postos que tiverem as melhores instalações. Isso é muito ruim.

A pressão sobre os preços de diesel seguramente mobilizará uma revanche contra as próprias distribuidoras e principalmente a favor do cancelamento de contratos com cartões de crédito.

Os postos de rodovia sobreviverão uma vez que estiverem capitalizados, ganhando no “spread” financeiro, especialmente na diferença de preços para compras à vista e vendas com prazos muito dilatados.

As grandes transportadoras optarão para o PA (Ponto de Abastecimento) em suas garagens arrebanhando para si a margem da revenda, comprando diesel mais barato do que os Postos diretamente na distribuidora de bandeira alternativa. A revenda nada poderá fazer para se defender, uma vez que essa prática está disposta no rigor da lei perante a ANP.

Qualidade do diesel

O índice de não conformidade no diesel voltou a recuar. Em parte, a melhoria se deve à adoção de cuidados cada vez maiores e mais constantes no transporte e armazenamento do diesel, tendo em vista a maior capacidade de absorção de água do biodiesel, facilitando a proliferação de micro-organismos que geram borra em tanques e filtros. Acredita-se que os problemas relacionados ao aspecto do diesel devem-se, basicamente, à deterioração do produto misturado ao biodiesel, sobretudo em postos com baixo giro deste combustível. Alerta às transportadoras que focam exclusivamente no preço em detrimento à qualidade nas estradas.
Postos na revenda do diesel

A revenda varejista segue como principal fornecedora de diesel no país, embora tenha perdido participação no mercado total. Os Postos Revendedores abocanham a fatia de pouco mais de 55% das vendas de diesel no país, dividindo o restante com as próprias distribuidoras que vendem diretamente aos clientes consumidores e aos TRRs que tiveram sensível aumento em 2012 ultrapassando 10% desse total na sua participação.

As vendas diretas das distribuidoras aos consumidores ultrapassa a fatia de 32% numa brutal afronta à manutenção da política de abastecimento voltada para a sustentabilidade da revenda no país. O aumento das vendas em um ritmo mais acelerado nos consumidores finais e TRRs reflete a forte demanda da agroindústria, do setor de construção (abastecimento de máquinas e tratores), mas também a expansão desenfreada de Pontos de Abastecimento, que não estão submetidos às mesmas regras ambientais dos postos, nem a uma fiscalização constante.
Preços x margens

Tanto os preços quanto as margens das distribuidoras apresentaram um ritmo de expansão superior ao dos postos. Na média-Brasil, os preços nas bombas subiram cerca de 2%, enquanto nas distribuidoras a alta foi de 3%.

Verifica-se que no período entre setembro e outubro de 2012, os preços médios mensais de revenda ficaram praticamente estáveis em três das cinco regiões brasileiras, registrando os valores de R$ 2,097/litro, no Nordeste, R$ 2,114/litro, no Sudeste, e R$ 2,133/litro, no Sul. Ocorreram elevações nos preços médios de revenda nas regiões Centro-Oeste (0,5%) e Norte (1,3%), registrando os respectivos valores de R$ 2,243/litro e R$ 2,266/litro, que podem ser justificadas por aumentos no preço médio de distribuição e, no caso do Norte, na margem média bruta.

Verifica-se que, no mês de outubro de 2012, nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, 100%, 88%, 87% e 92% dos preços médios do óleo diesel estiveram entre de R$ 2,100/litro e R$ 2,399/litro, respectivamente. Já no Norte, 86% dos preços ao consumidor estiveram acima ou iguais a R$ 2,100/litro.

Dos municípios pesquisados, os que apresentaram os maiores preços médios mensais de revenda, em cada região brasileira, foram Tarauacá (AC), na região Norte; Porto Seguro (BA), na região Nordeste; Alta Floresta (MT), na região Centro-Oeste; Viçosa (RJ), na região Sudeste; e Uruguaiana (RS), na região Sul.

Em relação às margens, em média, as distribuidoras registraram incrementos brutos de 8,16% e os postos, de 2,9%. O que confirma a necessidade de rever a estratégia de reajuste para os meses iniciais de 2013 na revenda.
Quando analisado o desempenho por bandeira, as diferenças se acentuam. Os postos Esso/Cosan apresentaram o maior ganho nas margens brutas, de 5,5%, seguidos pelos da BR (3%), Ipiranga (2,8%) e Shell (2,6%).

Entre as distribuidoras, entretanto, a alta na margem média foi de 7,37%. A Esso/Cosan registrou incremento de 14,6%; a Ipiranga, de 10,85%,
Diesel marítimo

Os postos de combustíveis vêm solicitando que a ANP redobre a fiscalização em relação às vendas de diesel marítimo e que adicione algum tipo de marcador ou corante, para diferenciá-lo do diesel rodoviário. Isso porque, além de contar com alguns benefícios tributários, o diesel marítimo é dispensado da adição de biodiesel, o que lhe garante uma vantagem econômica bastante atrativa, suficiente para compensar possíveis desvios para uso rodoviário. De novo, isso é péssimo para o setor de varejo.

No ano passado, as vendas de diesel marítimo aumentaram 14%, bem acima, portanto, da alta de 5,2% apurada pelo diesel comum. Destaque para a expansão registrada em estados como Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte e Rondônia.

Para 2013

A partir de 1° de janeiro de 2013, o diesel S50 (com 50 ppm de enxofre) disponível no mercado nacional deve ser integralmente substituído pelo diesel S10, com apenas 10 ppm de enxofre. Com a entrada do S10 no lugar do S50 haverá menos emissões de partículas nocivas na atmosfera e, portanto, menos danos ambientais. Além disso, o S10 trará vantagens na partida a frio, na redução da fumaça branca, na menor formação de depósitos e no aumento da vida útil do lubrificante. Na medida em que a frota circulante for renovada haverá uma melhora gradativa na qualidade do ar nos grandes centros urbanos.

A substituição atende à Resolução ANP nº 65/2011, que estabelece as obrigações quanto ao controle da qualidade e as especificações do óleo diesel comercializado em todo o território nacional em atendimento às Resoluções CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nos 403/2008 e 415/2009 por meio do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE).

Desde 1º de janeiro de 2012 o óleo diesel S50 passou a ser comercializado em todo o território nacional como uma etapa de transição para que o mercado pudesse se adaptar ao novo combustível. Para permitir uma transição adequada e o escoamento do S50 que ainda existe nos tanques dos revendedores e distribuidores, a ANP publicou a Resolução ANP nº 46/2012. Este regulamento admite que o S10 apresente resultados compatíveis com o S50 para algumas características durante 60 dias para os distribuidores e 90 para os revendedores. Tal medida não afeta o consumidor, pois o S50 já é compatível com a tecnologia utilizada nos motores fabricados a partir de 2012.

Por substituir integralmente o diesel S50, os municípios que já eram abastecidos exclusivamente com o diesel S50 e as revendas varejistas que comercializavam esse produto também passarão a receber esse novo diesel. Dessa forma, a demanda esperada de S10 para janeiro de 2013 deverá alcançar cerca de 15% do mercado nacional de diesel rodoviário. Ressalte-se que, atualmente, 3.775 revendas varejistas estão obrigadas por resolução a vender o óleo diesel S10 e 2.209 revendas varejistas comercializavam o óleo diesel S50 voluntariamente e devem passar a comercializar automaticamente o óleo diesel S10.

O elevado preço do S50 tem desestimulado a procura pelo novo combustível e até mesmo pelos veículos novos, com motor Euro 5. A expectativa é de que o governo adote algum mecanismo de compensação para reduzir a diferença entre o S50 e agora o S10 e os outros tipos de diesel que estão em uso no país.

Como o S50 representa apenas uma transição para o S10, os debates neste ano devem se concentrar na chegada deste novo combustível. Com qualidade superior a do S50, teme-se que seu preço seja ainda maior. Além disso, por se tratar de um produto altamente sensível à contaminação, a Petrobras já advertiu que será impossível manter o teor de 10 ppm em toda a cadeia. A ANP montou um grupo de estudo para discutir o assunto, que preocupa especialmente à revenda, a qual corre o risco de assumir o ônus da desconformidade no final da cadeia;

Os postos situados nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza e Ceará, obrigados desde 2009 a comercializarem apenas o S50, buscam agora autorização para se encaixarem na mesma regra do restante do país, ou seja, ofertar o S50 e também o S500. Afinal, como o novo combustível custa pelo menos R$ 0,12 a mais que o S1800, muitos postos estão perdendo vendas, já que o caminhoneiro prefere rodar um pouco mais até um estabelecimento que venda S1800. Péssimo para o meio ambiente e para os revendedores.

O Arla-32 também chegou com preço salgado nos postos: R$ 4 a R$ 5 por litro. A expectativa agora é pela homologação das bombas desse produto, o que deve ajudar a reduzir os custos com logística. Hoje, cerca de 70% do preço do Arla-32 decorrem dos gastos com embalagem e transporte. Além disso, é esperada uma forte fiscalização sobre o produto, a fim de evitar fraudes.

Obrigatoriamente haverá um realinhamento nas margens da revenda, estrangulada em 2012 pelos aumentos de margens conquistados pelas Distribuidoras. Com o aumento anunciado em meados de 2013 pelo Governo, a ocasião se tornará muito oportuna para, ao aproveitar-se do momento de divulgação de alta de preços, posicionar-se corrigindo a margem de ganho dos Postos perante a clientela.

Investimentos maciços estão e continuarão acontecendo para recuperação das estruturas comerciais das revendas que ficaram praticamente abandonadas nos últimos anos. Aportes de dinheiro por parte das distribuidoras alcançarão os melhores sites, para renovação de contratos tendo como contrapartida a reforma das instalações, adequações ambientais e renovações de imagens por puro interesse de participação no mercado.

Ainda no varejo encontraremos realinhamentos vantajosos com a instalação de supermercados anexos à revenda de combustíveis. Isso mesmo, ao contrário do que aconteceu nos últimos 10 anos, quando supermercados aproveitaram a engenharia tributária para beneficiando-se da diferença da substituição tributária do ICMS instalaram verdadeiras redes de postos de gasolina dentro das áreas dos supermercados. Agora ao revés, os Postos se aproveitarão do seu fluxo comercial e investirão em apropriar-se também desse nicho. Já existem vários instalados ao longo das principais rodovias, experimentando excelentes margens de contribuição com retorno do capital garantido.

Os pátios fechados estão se tornando quase que obrigatórios no segmento de revenda de diesel, garantindo segurança e conforto ao caminhoneiro e à transportadora. Investimento pesado ainda sem cálculo de retorno garantido. Isso vem de encontro com a lei do descanso obrigatório.


Com o aumento da margem pretendido, vale-se dizer que os fundos de comércio terão condições de serem reavaliados positivamente em função de aumento da demanda por negócios mais rentáveis, fazendo com que haja novo posicionamento no setor ao considerarmos mais uma vez a busca por novos negócios com construção de sites bem localizados e mais atraentes.

O mercado virtual terá condições de ser experimentado, alavancando oportunidades excelentes de vendas de produtos de alto valor agregado em terminais virtuais instalados nos postos de revenda. Ao obter-se farto cadastro de clientes, a gestão de informações trará grandes benefícios à revenda que não se contentará mais em obter resultados financeiros advindos exclusivamente da comercialização de produtos derivados de petróleo.

Agentes da cadeia de abastecimento no Brasil
Dentro do ambiente regulatório
Atualizado em dezembro de 2012.

Distribuidores
•236 Distribuidoras de Combustíveis Líquidos
•28 Distribuidoras de Solventes
•22 Distribuidoras de GLP
•28 Distribuidoras de Asfaltos
•5 Distribuidoras de Combustíveis de Aviação

Fornecedores

•16 Refinarias de Petróleo
•409 Usinas de Etanol
•290 Importadores e Exportadores de Petróleo e Derivados
•146 Produtores de Lubrificantes
•164 Importadores de Lubrificantes
•19 Rerrefinadores de Lubrificantes
•63 Produtores de Biodiesel

Revendedores

•376 TRR
•39.232 Revendedores Varejistas de Combustíveis Líquidos (16.616 Bandeira Branca)
•51.112 Revendedores de GLP
•190 Revendedores de Aviação
•37 Coletores de Lubrificantes

Consumidores

• 9.256 Pontos de Abastecimento (instalações)
• 32 Consumidores Solventes

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