Por Carlos Giordano Jr.

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Tentativa

Deixa eu te explicar...


Essa é a base da comunicação que nos difere, a principio, dos quadrúpedes.


Entretanto, a Senhora Hannah Arendt, conhecida pensadora, que Deus a tenha em bom lugar, divagava debruçada numa realidade judaica, perseguida pelas razões significantes dos "nazis".


Em seu tabuleiro de pesquisa, ela tinha alguns tantos livros de pensadores que balizavam seus interessantes reflexos sobre a capacidade do homem de ausentar-se da sua natureza, como válvula de escape para aquilo que nem sempre tinha algum significado comum.


Hoje, diferentemente daquele período doentio, temos a nosso serviço a atualização "on line" de todas as conquistas científicas oferecidas por gente que não dorme, e passa a vida tentando encontrar novas soluções para mitigar a "sofrência" humana! 


Informações que já nascem vencidas, ou quase mortas.

Mas, chamarmos de metáforas científicas, não me soa atual.


Quando digo, tenho que dizer, se não, nada disse, apenas fiz ruídos como um asno.


A comunicação  faz parte de um sistema conveniente, isso é significante, diria a Teoria do Significado.


Apesar de significante ter origem no som proferido e o significado ter fundamento na compreensão psicológica, só haverá prosa se ambos mantiverem uma relação de interdependência.


Assim, se nada do que eu escrevi tiver significado, que lhe seja ao menos significante.


Saíamos do Google e vamos procurar sombra na caverna projetada pelo iPhone!


Quem sabe, um dia, conseguiremos novamente nos libertarmos dessa prisão chamada de falta de comunicação.

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