Por Carlos Giordano Jr.

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Cultura colaborativa e as Redes Sociais

Hoje em dia, a forma mais atual de comunicação é aquela voltada às redes sociais.
Assim, o fato de compartilhar coisas na internet está em alta. Com a criação das redes sociais em uso tanto na vida profissional quanto pessoal, os espaços colaborativos, tornaram mais fácil partilharmos ideias e opiniões. Então, as empresas de vanguarda também estão interessadas em saber o que suas equipes têm a dizer e como elas podem colaborar para melhorar seus negócios.

Portanto, compartilhar e colaborar pode nos ajudar em que? De certo modo, isso pode agir diretamente com um objetivo comum de tornar algo melhor em equipe, aquilo que seria mais difícil conseguirmos individualmente.
Essas empresas têm buscado em suas ações, construir equipes mais conectadas entre si, mais sinérgicas, fazendo com que as ações tenham impactos positivos num prazo mais longo.
Uma equipe mais conectada, trabalhando em um ambiente comum, atinge melhores resultados muito mais rapidamente.
Mas como reforçar a cultura de colaboração na empresa?

Enfim qual o nosso perfil?
A empresa deve conseguir engajar todos os colaboradores, juntamente com seus parceiros comerciais e também com os clientes, fazendo com que todos tenham a mesma comunhão de interesses, conseguindo se comunicar de forma clara e participativa, incentivando o crescimento de uma cultura empresarial de forma socialmente aceita.

Nós acreditamos que ficará muito mais fácil se agirmos assim:
  • Declararmos nossa visão, missão e valores de forma abrangente.
  • Agirmos sempre com ética e respeito;
  • Melhorarmos nossos processos fazendo com que os colaboradores trabalhem juntos, com flexibilidade e disciplina;
  • Criar uma infraestrutura que valorize a colaboração e o compartilhamento.

O que é cultura colaborativa?
Este conceito está relacionado diretamente à internet. Nesse novo mundo virtual, digital, encontramos muitas formas e ferramentas colaborativas, que nos impulsionam a fazermos juntos de uma forma muito mais construtiva.

O uso do Waze, o Facebook, o Instagram, o Wattsapp, o OneNote e outros aplicativos que podemos até desenvolver para nosso conforto, são tendências sem volta. Dessa forma, esse conceito colaborativo de comunicar-se em ambiente de Rede, contribui para divulgação da missão, visão e valores, dos planos estratégicos e tantas soluções que serão boas para todos de uma forma muito mais prática. 

Essa forma de comunicação motivadora pode ser alcançada utilizando-se de encontros ou reuniões com as equipes, proporcionando um maior diálogo entre seus membros, permitindo discutirem formas mais inovadoras de gestão, questionando sempre se aquilo que fazem de melhor ainda pode ser melhorado.

Aprendendo a aprender:
Aprender a aprender é o desejo.
Motivar os colaboradores a participarem das decisões estratégicas de mudança de rotas é uma forma de nos modernizarmos sempre.
A diretoria da empresa tem a missão de promover a troca de informações de uma forma a que todos possam participar do estudo do cenário externo e interno, encontrando situações em que pesem a possibilidade de atuação conjunta na construção da solução para aquele ponto a ser melhorado.
Esse processo constrói pessoas responsáveis e inteligentes, capazes de exercitarem análises críticas e fieis à realidade fática. Utilizando o ciclo oferecido pelo Método (PDCA) onde a possibilidade de conferirmos nossos processos e voltarmos à correção através de planos de ação propostos pela equipe, faremos com que todos se sintam responsáveis por essa melhoria, reconhecendo assim a força da equipe, valorizando e motivando todos a continuarem.
Para que isso seja possível, é extremamente necessário que todos participem com questionamentos, com análises do comportamento dos cenários internos e externos, e com formulações de decisões de correção de rota. Desta forma, menos mandatária e bem mais descentralizada, o trabalho da equipe e a união de todos, facilitará a comunicação mais aberta e colaborativa, transformando o ambiente de trabalho num local muito mais prazeroso.

Ser flexível não é ser permissivo:
Ter liberdade para trabalhar como e quando quiser, permite soluções muito mais criativas para essas necessárias correções. Isso, lógico deve sempre levar em consideração o ambiente de respeito, lealdade e confiança na equipe e na empresa. Pedir ajuda é o primeiro passo para se conquistar com mais facilidade aquilo que se almeja.

Meritocracia
Elogio é bom, mas não é tudo. Depender de um elogio para se sentir reconhecido, pode ser um péssimo negócio, quando desafortunadamente ele não vem por simples esquecimento. Assim o melhor reconhecimento é ver sua ação concretizada junto com a equipe, principalmente quando todos colhem juntos desse esforço.
Assim a empresa, tem o objetivo de sempre reconhecer e valorizar mais o trabalho da equipe do que especificamente o esforço de um colaborador que se destaque. Mas, lógico que todos deverão ter o seu mérito, quando alcançado, fazendo com que se sintam responsáveis por aquilo que plantaram.
Assim a empresa enfraquece a sensação de competitividade entre os colaboradores, minimizando as tensões ou disputas internas que acabam prejudicando o time.

Administrando conflitos
No relacionamento interno na empresa, encontramos muitas divergências culturais que podem implicar em conflitos por choques de interesses, considerando a vontade individual, do grupo ou da organização.
O combustível mais comum para incendiar-se um conflito é a falha na comunicação, o choque entre gerações, onde a missão e os valores da empresa são questionados e interpretados por diferentes culturas e graus de profissionalismo, fazendo com que o respeito seja deixado de lado, desunindo a equipe inconscientemente. Assim, as ansiedades advindas do desejo de acertar são inflamadas com as frustrações de não se conseguir realizar aquilo que se almeja.
O choque entre o certo e o errado muitas vezes é mais agressivo do que se pode imaginar, afinal o que é certo para um pode não ser entendido como certo para outro e assim o conflito se arraiga em solo podre, mas fértil.
E o que fazer para melhorar o ambiente e diminuir os níveis de conflitos?
A intriga, a infidelidade de propósitos, a falta de personalidade, de convicção, de ética, a mentira, o descompromisso, a falsidade, a corrupção, a imoralidade, a ignorância e o desrespeito são palavras duras que tentam apadrinhar os conflitos dentro de uma empresa. Desta forma, podemos dizer que, livrando-nos desses males, tenderíamos a conseguir realizar muito mais dentro de nossas propostas num ambiente muito mais feliz onde nossa capacidade de nos comunicarmos seja sempre mais produtiva para todos.
Ao invés de apontarmos as falhas, podemos dizer o que queremos, assim não há culpado, mas responsável. Manter o clima de união e respeito na empresa é matéria difícil mesmo, mas se treinarmos nossa habilidade de ouvir para fazer-nos sermos ouvidos, isso se torna mais fácil para todos.
Que tal um Feedback?
O Feedback é a melhor ferramenta de comunicação entre a equipe, pois na prática, não contendo nenhuma opinião pessoal e mostrando apenas o fato e a consequência, deixará para o responsável, a possibilidade de trabalhar as suas próprias conclusões sobre seus atos. Conciliar não significa aceitar, mas apenas a possibilidade de se tentar atingir o equilíbrio entre as forças negativas do conflito, traduzindo em resolução. A honestidade e o respeito são as melhores armas para a vitória pretendida nessa batalha de interesses.
Desta forma, ações de valorização da cultura individual, aliadas à comunicação interna com o tom de voz direcionado e segmentado para cada geração, auxiliará na disseminação do sentimento de pertencimento, que é fundamental para gerar confiança e credibilidade na empresa, promovendo engajamento e uma comunicação assertiva.
Saudações,

Carlos Giordano


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